"Boa tarde, senhor"
Me respondeu o cidadão portando um fuzil maior que sua estatura, do alto de suas Havaianas. Uma crônica fotográfica sobre a Rocinha, preconceito e a melhor vista do Rio de Janeiro.
Este post é patrocinado pela Gelatin Labs.
Eu nunca tinha entrado numa favela. Morei trinta anos no Rio, sempre com a Rocinha ali, visível de qualquer ponto da zona sul (ou do trânsito pra quem vai), e nunca pisei lá dentro. De longe ela parece um quadro: milhares de casas empilhadas no morro, cada uma com sua pequena caixa d’água azul em cima, luzes à n…
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